Nunca fui tratado como "normal", sempre fui no mínimo o estranho da roda, com o gosto exótico e com citações desconhecidas. Bem, queria eu saber quem definiu a tal linha da normalidade, do vocabulário certo e do gosto massivo. Mas se essas qualidades são para pessoas "normais", prefiro ser o Sr. Esquisito.
Todavia, não é tão fácil assim ser o "diferente" em meio a tantos "comuns". Focar e desfocar imagens com o próprio olho é um tanto constrangedor, olhar para sombras e imaginar dela um vetor, trocar palavras rebuscadas por palavras que o meu público alvo no mínimo entenda, e claro, achar que minha vida é um curta dirigido por Woody Allen.
Seja lá o que for, vivo uma desventura dramática nada intensa, dentro de algum quadro feito com cores de almodovár (pintado no mínimo na era medieval). Não sei de qual arvore genealógica fui influenciado, apenas sei que sou feito de saudades de sarcasmos, crises e detalhes.
Antes que te deprimas com minha biografia nada célebre, quero dizer que desacredito que sou ''eternamente responsável por aquilo que eu cativo". E por fim, e menos importante, continuo desentendo o gosto das pessoas a serem tão iguais.
Gabriell Vieira

posso dizer por aqui tb o quanto me identifiquei? ^^
ResponderExcluirPrezado Gabriell,
ResponderExcluirGostei do seu texto,concordo em parte com seu texto, não direi qual parte concordo e tão pouco a que descordo (rs) pois o mais importante não é a parte que me agrada, mas sim, o todo construído que leva o leito a uma reflexão profunda acerda de si mesmo. Abraços